O avanço da violência de gênero no Brasil expõe uma crise estrutural agravada pelo ódio e por um projeto político da extrema direita
A insegurança e o medo fazem parte do dia a dia das mulheres brasileiras, que não estão seguras nem mesmo dentro de casa. Medo ao andar nas ruas, ao deixar as filhas com parentes e em se relacionar com alguém. Os dados mostram que 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar em 2025.
No ambiente digital, as mulheres também não estão seguras. Sob o pretexto de uma suposta liberdade de expressão, os “red pill” e influenciadores misóginos lucram alto ao desumanizar mulheres e incitar o desprezo contra elas.
E, quando os tipos de violência vão se agravando, o resultado pode ser a morte. 1.470 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil em 2025. Assassinadas pelo simples fato de serem mulheres. É o resultado de uma violência estrutural que atravessa classe, raça e território.
Esse cenário se aprofunda com a crescente da extrema direita, que transforma o ódio em projeto político, legitima o machismo e desmonta políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero. Quando as liberdades democráticas são atacadas, a vida das mulheres é uma das primeiras a pagar o preço.
Por isso, nossas lutas são:
- Criar uma rede de proteção às vítimas de violência, com suporte psicossocial de atendimento com médicas, psicólogas, advogadas e outras profissionais;
- Trabalhar pelo fortalecimento da rede de proteção às vítimas de violência e criação de medidas protetivas para as vítimas de violência obstétrica;
- Garantir Delegacia da Mulher com atendimento 24h; Criminalização dos discursos de ódio na internet e dos “red pill”.
Acesse lutas.deborapsol.com.br (link na bio) e veja o que já fizemos em defesa da vida das mulheres. Agora precisamos estender a luta para todo o estado de São Paulo!
Para deputada estadual, vote Débora 50500!
Federação PSOL/REDE – PROPAGANDA ELEITORAL – CNPJ: 68.437.835/0001-47
*Dados: Ministério da Justiça e Segurança Pública e Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher do Instituto DataSenado