A espera interminável nos pontos de ônibus, as tarifas absurdas, e as longas viagens abarrotadas roubam muitas horas dos dias do nosso povo. Elas intensificam a exaustão e tiram o tempo que poderia ser dedicado ao lazer, ao descanso e à família. Chega! Precisamos discutir a mobilidade como um direito constitucional.
Diante do colapso do modelo atual de transporte (caro, poluente e ineficiente) a Tarifa Zero surge como uma política pública estruturante. Diferente de um benefício isolado, ela propõe a desmercantilização do direito de ir e vir, garantindo acesso à saúde, educação e trabalho para a periferia.
Atualmente, mais de 100 cidades brasileiras já implementam a gratuidade integral no transporte, beneficiando milhões de usuários. Quem ganha um salário mínimo pode comprometer até 20% de sua renda mensal apenas com passagens, segundo dados da Oxfam. A importância da Tarifa Zero vai além do alívio financeiro: ela reduz congestionamentos, diminui a poluição (já que o carro próprio se torna menos atraente) e resgata a cidadania de quem vive em regiões periféricas.
Para tornar a Tarifa Zero uma realidade nacional e não apenas uma exceção local, propomos um modelo gradual:
- Implementação Progressiva: A transição deve começar em 2026 com a gratuidade para estudantes, professores e desempregados.
- Durante a transição, realizar uma auditoria nos custos das concessionárias e modificar os contratos de subsídios para quilômetro rodado, que irá diminuir a superlotação e custo para as prefeituras.
- Redução imediata da tarifa de ônibus para os demais usuários.
- Empresa Pública de Transporte: Seguindo exemplos exitosos como Maricá-RJ e Caucaia-CE, a operação deve deixar de ser focada no lucro privado (concessionárias que recebem subsídios) para ser uma gestão pública de qualidade.
Acesse lutas.deborapsol.com.br (link na bio) e veja o que já fizemos. Agora precisamos estender a luta para todo o estado de São Paulo!
Para deputada estadual, vote Débora 50500!
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